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A hipertensão arterial sistêmica é uma condição cliníca que pode ser causada por diversos fatores e que é caracterizada por níveis elevados da pressão arterial, sendo a pressão sistólica maior que 140 mmHg e a diastólica maior que 90mmHg.

Após diagnosticada, a hipertensão pode trazer elevados custos em seu tratamento, seja financeiro ou social e possíveis complicações futuras.

Para evitar sustos, a melhor conduta é a prevenção, sendo um meio para isso a prátia de exercício físico regular, dentre eles, o exercício aeróbico, que é caracterizado por exercícios em que há a predominância do uso de oxigênio no processo de fornecimento de energia para o organismo. Geralmente, o exercício aeróbico está relacionado a atividades cíclicas, como caminhada, corrida, natação e ciclismo.

Estudos científicos mostram que o exercício físico pode levar a uma redução do risco de doenças arteriocoronarianas e acidentes vasculares cerebrais, além de melhorar os valores de pressão arterial. Além disto, indivíduos com melhor aptidão física e fisicamente ativos têm menor probabilidade de desenvolverem hipertensão.

O treinamento envolvendo exercício aeróbico leva a uma redução das pressões sistólica e diastólica a longo prazo, sendo uma excelente alternativa para evitar casos de hipertensão e também para melhorar a situação de saúde daqueles que já são hipertensos.

Essa redução da pressão arterial devido ao treinamento aeróbico pode ser justificada por uma redução da resistência dos vasos sanguíneos, maior atividade dos hormônios reguladores da pressão e diminuição dos níveis de catecolaminas no sangue.

É possível que hipertensos que fazem uso de medicação para controlar a pressão arterial sejam liberados do uso de medicamento por seus cardiologistas devido a uma melhora nos níveis pressóricos depois que eles iniciam um programa de treinamento aeróbico. Isso só comprova a importância da prática regular de exercício físico para melhora da saúde e do condicionamento físico, mas vale ressaltar que o treinamento deve ser sempre orientado por um profissional de educação física, principalmente em situações de grande esforço e/ou que envolvem sujeitos com patologias como a hipertensão arterial.

 

Gabriel Araújo Soares

Treinador BHRace Assessoria Esportiva
Bacharel em Educação Física – EEFFTO – UFMG
Mestrando em Ciências do Esporte – EEFFTO – UFMG
Laboratório de Avaliação da Carga – LAC/CENESP – UFMG
CREF: 027.327-G/MG

 

Referências:

Sociedade Brasileira de Hipertensão. Diretrizes Brasileiras de Hipertensão VI. Revista Hipertensão. 2010; 13(1).
Myers J, et al. Exercise capacity and mortality among men referred for exercise testing. N Engl J Med. 2002; 346: 793-801.
Barlow CE, et al. Cardiorespiratory Fitness Is an Independent Predictor of Hypertension Incidence among Initially Normotensive Healthy Women. Am J Epidemiol. 2006; 163(2): 142-50.
Whelton SP, et al. Effect of Aerobic Exercise on Blood Pressure: A Meta-Analysis of Randomized, Controlled Trials. Ann Intern Med. 2002; 136(7): 493-503.

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Todo atleta a de corrida quer melhorar seu desempenho e sua performance física a fim de atingir suas metas e superar seus limites. Mas qual a forma mais eficiente de atingir o resultado almejado? Neste post abordaremos a importância do controle do treinamento no rendimento físico.

Vamos por partes… O treinamento funciona a partir da repetição do movimento da corrida, que estimula o organismo a produzir uma resposta. Ou seja, os crescentes estímulos dos treinos provocam crescentes mudanças/adaptações no corpo humano, que o torna cada vez mais apto à prática da corrida. Sendo assim, percebe-se a importância de aplicar o estímulo adequado a partir do treinamento adequado e um bom planejamento de treinos elaborado pelos profissionais de Educação Física. Porém de nada adianta um bom treinamento se não há um controle eficiente da sua execução.

Controlar o treino significa garantir que ele será executado conforme foi programado pelo treinador, para tentar tirar o máximo de proveito de seu resultado. Na planilha de treino da BH Race nossos atletas recebem todos os dados do treinamento, ou seja, a quilometragem total do treino, número de séries de tiros (no caso dos intervalados), tempo de corrida em cada zona de treino (leve, moderado, forte, muito forte) e a tabela de intensidades com os valores em km/h, pace, gesto ou percepção do esforço.  Todas essas variáveis devem ser controladas pelo atleta para se manter dentro do planejamento de treinos, que visa o melhor rendimento à curto, médio ou longo prazo, para uma prova ou meta específica.

Mas como controlar o treinamento? Bom, basta saber a distância percorrida e o tempo para calcularmos a velocidade e conseguirmos todas as informações necessárias sobre o treino, isso tudo, na sua forma mais simples, utilizando um simples cronômetro e marcações de distâncias nas pistas de treinos por exemplo.

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Como padrão ouro para controle de treinamento ,atualmente, sugerimos o sistema GPS, que pode ser utilizado em dispositivos de relógio como o famoso Garmim ou através de aplicativos no smartphone (que é bem fácil de utilizar e adquirir). Para os corredores que ainda não investiram nos caros relógios Garmim aí vão alguns apps bons e fáceis de utilizar para controlar os treinos diários:  Runkeeper, Runtastic e Nike + Running.

Controlando melhor, temos uma maior confiança na causa/efeito do treinamento para saber o que deu certo e o que não deu no planejamento. Lembre-se de registrar seus tempos e recordes pessoais.

E então.. .Preparado para controlar melhor suas corridas? Vamos utilizar a tecnologia a nosso favor! Comece a utilizar o GPS e veja seus resultados.

Planejamento + Controle = Resultado

LUÍS BITTAR – TREINADOR – BH RACE ASSESSORIA ESPORTIVA

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A capacidade aeróbica dependente de alguns fatores fisiológicos como, por exemplo, o consumo máximo de oxigênio (VO2max), o limiar anaeróbico de lactato e a economia de corrida. A economia de corrida, pode até parecer pouco relevante, mas, muitas vezes, é este o fator que irá determinar quem vence ou perde uma prova.

A economia de corrida é um indicador que apresenta grande importância no desempenho aeróbico uma vez que as reservas energéticas do organismo são limitadas, fatores mecânicos são determinantes para o nível de performance. Levando em consideração um grupo de corredores bastante homogêneo, com VO2max e limiar anaeróbico semelhantes, aquele que apresentar melhor economia de corrida, provavelmente terá um melhor desempenho que os demais.

Com o aumento das distâncias, essa eficiência mecânica na corrida passa a se correlacionar ainda mais com a performance final do atleta, assim sendo, em provas mais curtas, de 5km e 10km a economia de corrida influência, porém menos quando comparado a uma maratona ou meia-maratona. Então, quanto maior a distância, maior a influência da economia de corrida no resultado.

A economia de corrida tem relação com diversos fatores:

  • Gênero: Mulheres apresentam uma economia de corrida superior aos homens.
  • Massa Corporal: Pessoas mais pesadas tem pior economia de corrida.
  • Frequência Cardíaca: Menor frequência no treino reflete melhor economia de corrida.
  • Resistência do Ar: Correr atrás de um outro corredor pode reduzir o gasto energético.
  • Nivel de treino: Anos de experiência com corrida melhoram a economia de corrida.

Concluindo, ser econômico em esforços prolongados é um maneira eficaz de poupar energia e evitar fadiga induzida pela queda das reserva energéticas do organismo, além de ser um fator diretamente ligado ao desempenho.

Referências:

Helgerud J. Maximal oxygen uptake, anaerobic threshold and running economy in women and men with similar performances  level in marathons. Eur J Appl Physiol. 68:155-161, 1994.

Powers SK, et al. Ventilatory thershold, running economy and distance running performance of trained athletes. Res Qua Exerc Sport. 54(2):179-182, 1983.

Santos JAR. Economia de corrida: uma breve revisão. In: Santos PJM e Santos JAR. Investigação aplicada em atletismo. Porto: Ed. Multitema. 2002

 

Gabriel Araújo Soares

Treinador BHRace Assessoria Esportiva

Bacharel em Educação Física – EEFFTO – UFMG

Mestrando em Ciências do Esporte – EEFFTO – UFMG

Laboratório de Avaliação da Carga – LAC/CENESP – UFMG

CREF: 027.327-G/MG

 

 

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Nome completo: Célio Marcos de Oliveira     

 

Idade: 46 anos

 

Profissão: Médico

 

Marca de tênis que você usa: Asics para asfalto e La sportiva para Off Road

 

Marca de relógio que você usa: Garmin

 

Quantos quilômetros você de treina por semana em média? 40 a 50 km

 

Treinador: Victor Fahel

 

Há quanto tempo você treina na BH RACE? Desde 2009

 

Além da corrida você pratica outro esporte? Musculação e esporadicamente bike

 

O que a corrida representa para você? Saúde, bem estar e higiene mental

 

O que te motiva a treinar? 

A sensação gostosa do pós- treino e atingir a nova meta escolhida.

 

Qual seu melhor tempo nas seguintes distâncias:

5km – 22’00’’    

10km – 47’00’’

21km – 1h43min

42km – 3h54min

 

De onde veio a ideia de correr a APTR Pedra Azul 25km?

Após passeio pela cidade de Pedra Azul e desfrutar da beleza local, pousadas aconchegantes e restaurantes sensacionais, não pude deixar pra trás o prazer de completar uma prova nessa região.

 

Quanto tempo durou sua preparação para essa prova?

Em torno de 3 meses

 

Qual a principal dificuldade que você encontrou em Pedra Azul?

A altimetria do percurso com dificuldade acima da média em relação a outras corridas de montanha.

 

Qual sua estratégia para vencer o cansaço mental de uma prova longa como essa?

Normalmente numa prova longa ou com alto grau de dificuldade em que sei que vou passar mais que 3 horas na função, crio estratégias mentais para o início, meio e fim de prova. Sempre com o pensamento na boa sensação de cruzar a linha de chegada bem, alegre e sem estresse.

 

Qual será seu próximo desafio?

Mountain Do Vale Sagrado dos Incas em Cusco-Peru, na altitude de 3.200 metros onde serão 42 km nas montanhas de “Machu picchu” 

 

Qual recado você daria para as pessoas quem querem correr corrida de montanha?

Usar equipamentos adequados para o tipo de terreno é fundamental. Reforço muscular na academia, com orientação de profissional que conhece o que se passa numa prova dessa também é de suma importância. Além disso treine muita subida, faça treinos de escada e por incrível que pareça treine “caminhada rápida” por que com certeza vai precisar!

 

Qual recado você daria para os atletas da BH RACE que te considera um exemplo?

Fico satisfeito de poder compartilhar meus treinos e provas de montanhas com a família BH Race! Se sou exemplo não sei, mas gosto de orientar a todos aqueles que querem me acompanhar nessa viagem incrível que é poder observar do alto de uma montanha chegando lá com suas próprias pernas.

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Nome completo: Marina Ladeira Wanner

 

Idade: 30 anos

 

Profissão: Administradora

 

Marca de tênis que você usa: Mizuno – Prorunner

 

Marca de relógio que você usa: Garmim

 

Quantos quilômetros você de treina por semana em média?

Na fase de treinamento da maratona eram em media 40km por semana.

 

Treinador: Fillipe Biancardi

 

Há quanto tempo você treina na BH RACE?

Desde Setembro de 2012 (3 anos e 3 meses)

 

Além da corrida você pratica outro esporte?

Faço musculação e gosto de outras atividades de academia tipo spinning e muay thai

 

O que a corrida representa para você?

Como sabiamente diz Caetano Veloso: “Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é” e é isso que a corrida representa para mim, um encontro real entre eu mesma, minhas dores, minhas delicias, meus limites e uma vontade enorme de me superar não só como corredora, mas como pessoa.

 

O que te motiva a treinar?

Para ser muito sincera, os treinos longos de sábado, no sol, com os amigos e sem hora para acabar, envolvem tanto prazer que já é minha motivação por si só! Sem dúvida a corrida de sábado é o que motiva todo o resto da semana… Já os treinos de força e resistência feitos normalmente sozinha, as 6h da manhã, são motivados pela prova que estar por vir! Pela vontade enorme de fazer mais e melhor.

 

Qual seu melhor tempo nas seguintes distâncias:

5km24:32

10km 51:23

21km1:50:07

42km04:17:56

 

De onde veio a ideia de correr a Maratona de New York?

Em 2012, passei alguns meses morando em NYC e vi muitas pessoas treinando no Central Park para essa maratona e me encantei com a corrida! Na verdade, naquela época atravessar a Avenida Bandeirantes (1,5km) para mim já era um desafio, então achei que nunca conseguiria correr 42km.

Ao voltar para o Brasil, coincidentemente encontrei um amigo que me contou que estava indo para NYC na semana seguinte participar da maratona e aquilo mexeu comigo, pois naquele dia entendi que para correr uma prova dessas não era preciso ser ninja de nascença, bastava querer muito e treinar mais ainda… Neste momento pensei: “Será que um dia eu consigo?”

Infelizmente, em 2012 a Maratona de NYC não aconteceu pois o furação Sandy arrasou a cidade apenas alguns dias antes da prova, e não só o meu amigo, mas todos os corredores que haviam se preparado tanto não puderam realizar este sonho…

Bom, foi neste dia, após ver o pronunciamento do prefeito da cidade dizendo que a prova havia sido cancelada, que aquela sementinha que já estava plantada no meu coração desabrochou e algo gritou dentro de mim dizendo: ATÉ OS 30 ANOS, EU VOU CORRER A MARATONA DE NYC!

Fato é que esses 3 anos voaram… E eu voei com eles, correndo 5km, 10km, 18km, 21km e os tão desejados 42km!

 

Quanto tempo durou sua preparação para essa prova? 8 Meses

 

Quais foram as principais dificuldades que você encontrou em New York?

A prova é tão linda e organizada que é até difícil pensar em dificuldades. Mas eu diria que a única dificuldade foi sair do hotel as 05:30am para largar as 11am. Eu entendo que isso tudo faz parte da logística da prova para que 50 mil corredores consigam chegar ao local de largada com segurança e para que a prova flua bem. Mas de toda forma, para mim, essa foi a minha maior dificuldade, pois me senti um pouco cansada antes da largada.

 

Qual sua estratégia para vencer o cansaço mental de uma prova longa como essa?

Treino… E principalmente fazer a prova sem pressão, curtir a paisagem, os espectadores e fazer da maratona uma festa e não uma prova.

 

Qual será seu próximo desafio?

Half Iron Man (70.3)? Risos… Quem sabe! Mas na verdade o meu próximo desafio, se tudo der certo, vai ser correr a Volta da Ilha de 2016 e ver como eu me saio em uma prova de equipe!
Qual recado você daria para as mulheres quem querem correr a Maratona de New York?

Não só para a Maratona de New York, mas para qualquer prova, nós mulheres devemos nos unir mais e treinarmos juntas, dividirmos as dores, as cólicas, as risadas e as conquistas para que possamos nos sentir fortes e capazes! 

 

Qual recado você daria para os atletas da BH RACE que te considera um exemplo?

Exemplo, Eu? Não… Nada disso! Mas aos meus amigos da BH RACE eu preciso mesmo mandar um recado…

Primeiramente quero agradecer a essa equipe maravilhosa que me apoiou não somente nas conquistas das provas, mas também quando estive lesionada, que me deram todo apoio na recuperação. Vocês me fizeram acreditar que eu era capaz de completar todas a provas que coloquei como meta e estiveram sempre disponíveis com profissionalismo e muita alegria!

Agradeço também aos meus amigos de treino que me colocaram para cima, e não me abandonaram nos longos desafiadores… Vocês tornaram as minhas manhãs de sábado mais felizes, me ensinaram muito, me fizeram dar muitas risadas, falaram muita besteira e a cada km que rodávamos juntos, me sentia mais forte e preparada!

Obrigada por tudo BH RACE, equipe técnica, financeiro, treinadores e atletas, o meu ano de 2015 foi o ano dos sonhos e vocês são parte de tudo isso!

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Meia Maratona BH - Junho 2015 (16)

A Volta da Pampulha possui uma altimetria regular, praticamente plana, oferece 6 pontos de hidratação (km 4, km 7, km 10, km 12, km 14 e km 16) e banheiros em vários pontos do percurso. Neste ano entramos na sua 17ª edição e a largada será na Praça Alberto Dalva Simão, em frente à imagem de Iemanjá; o sentido será horário e a largada às 08:00.

 

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Os treinadores da BH Race têm a total confiança nos atletas inscritos em 2015 e no planejamento realizado em cada corredor. Pois então, o treinamento foi feito, a preparação terminou! E agora? Agora é hora de descansar, relaxar, alimentar bem, se hidratar  e fazer a festa em uma das provas mais esperadas do ano. E para que tudo ocorra da melhor forma possível pontuamos algumas dicas para vocês:

* Horário: Organize-se! Como são muitos inscritos a região próxima à largada fica bem cheia, por isso o ideal é chegar cedo, entre 6:30 e 6:40 para dar tempo de estacionar, comer uma fruta, ir ao banheiro, fazer o aquecimento e ir para a largada.

* Temperatura: Nesta época do ano espera-se uma temperatura mais elevada, por isso é indicado uma boa hidratação nos dias anteriores à prova, e durante o percurso aproveitem os pontos de hidratação para beber um pouco de água e jogar o restante que sobrar do copo nas regiões do corpo onde se gera maior conforto térmico (cabeça, nuca, peitoral e coxas).

* Vestimenta: É importante utilizar roupas leves e finas (camisa BH Race e short) para facilitar a troca de calor com o ambiente, tênis/meia já testados nos treinos e boné/viseira caso goste de usar e queira proteger o rosto do sol.

* Alimentação: A principal fonte de energia para este tipo de corrida é o CARBOIDRATO. Alimentos ricos em carboidratos de baixo índice glicêmico (Cereais, pão integral, maça, pêra, iogurte light)  são recomendados antes da prova, pois ajudam a manter a energia em atividades de longa duração.

Já durante a prova, é recomendado consumir carboidratos de alto índice glicêmico (gel, balas, açúcar, frutas, isotônicos) a cada 1 hora ou próximo ao quilômetro 10.

OBSERVAÇÕES: Caso esteja muito quente, sinta cãibras ou algum tipo de dor ou desconforto diminua um pouco o ritmo até que se sinta seguro(a) para correr em um ritmo mais forte.

O início da corrida é bem tumultuado e é necessário ter calma para ultrapassar sem tropeçar ou causar acidentes.

Uma sugestão de estratégia de ritmo é iniciar com um ritmo mais confortável (cerca de 10” mais leve que o pace alvo) e a partir do terceiro km implementar o ritmo alvo (realizado no simulado ou calculado a partir do teste de cadência) para que ao longo do circuito você vá modulando esse ritmo conforme sua sensação de esforço.

Utilizem a camisa da BH Race para facilitar a visualização dos fotógrafos da equipe no meio da multidão de camisas iguais e para prestarmos apoio com eficiência aos nossos alunos durante o percurso.

Não tentem inovar na prova, o mais seguro é optar pelo tênis, meia, boné, gel de carboidrato e outros já testados alguma vez nos treinos.

 

BOA CORRIDA A TODOS OS VERDINHOS! ESTAREMOS COM VOCÊS NA LARGADA E COM CERTEZA NA VITORIOSA CHEGADA!

 

Luís Bittar

Treinador BH Race

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Nome completo:   Marina Reis Botelho

Idade:   33 anos

Profissão:   Psicóloga Clínica

Marca de tênis que você usa: Nike

Marca de relógio que você usa:   Polar

Quantos quilômetros você treina por semana em média?   20 km

Treinador: Fillipe Biancardi

Há quanto tempo você  treina na BH RACE?   4 meses e meio (desde 25 maio de 2015)

Além da corrida você  pratica outro esporte?  Não. Antes praticava natação. Troquei a natação pela corrida.

O que a corrida representa para você: Desafio no início e satisfação quando acaba, sensação de dever cumprido e satisfação física e mental.

O que te motiva a treinar: Acredito que a atividade física é essencial para manter a saúde bem, com disposição e resistência para enfrentar a rotina. Mas só percebi realmente a importância de uma vida equilibrada depois que adoeci em 2013. Me dei conta, infelizmente, através de uma situação de vida ou morte (anemia hemolítica autoimune) da necessidade da prática constante de uma atividade física. Talvez felizmente, creio eu, pois aprendi direitinho a lição de trabalhar muito, comer mal e não fazer exercícios físicos e ter lazer.

Sabemos que você teve  Anemia hemolítica autoimune há algum tempo, como foi o  processo de recuperação?  Bem, usei uma dosagem muito grande de corticoide durante 3 meses e fiquei muito inchada, toda bochechuda e gordinha e cheguei a perder quase todo o cabelo. Sentia muita queimação nos pés, calor e sudorese, alterações de humor e rigidez matinal ao levantar da cama ou do sofá. Mas o remédio foi muito eficaz. Assim que retomei minhas atividades de trabalho e estava mais fortalecida, fui para o Pilates para ficar forte novamente depois fui para a natação e hoje estou na corrida. Acho que foi um processo de preparo físico interessante, precisava me fortalecer, pois fiquei extremamente fraca para tudo, sem forças mesmo até para subir escadas, depois precisava ter mais resistência para subir escadas e fui trabalhar na natação à parte respiratória. E agora que estou 100% estou indo bem na corrida. Consegui emagrecer alguns quilos, mas ainda faltam 3 kg para chegar ao meu peso anterior à anemia hemolítica.

 Quais são as corridas que  você tem um sonho de fazer? Não sei, qualquer corrida me agrada o ambiente, correr na rua é tudo de bom! Adoro o ambiente saudável e estimulante das corridas! O Flávio, meu marido, que me levou para a BH Race é quem fica mais empolgado, pois ele é competitivo e eu não. Preciso agradecer muito o estímulo dele para que eu faça as inscrições para as corridas, para que eu consiga finalizar meus treinos e tudo mais. Ele é um companheirão na vida e nas corridas!

Tem vontade de correr fora do  Brasil?  Com certeza! Vamos colocar isso no nosso planejamento.

Cita os principais hábitos antes e depois de começar a correr: Na verdade, meus hábitos permanecem os mesmos depois que tive a anemia. Em relação à corrida, a única coisa diferente é ir para os treinos “longão” aos sábados na Lagoa Seca. E adoro!  Eu fazia natação às 2as e 4as de manhã e agora corro nestes mesmos dias e horários. O sábado foi um a mais na minha rotina. Minha alimentação permanece equilibrada, não fumo, não bebo, faço terapia, massagem relaxante. Depois da anemia diminuí meu ritmo anterior de trabalho.

Você recomendaria a BH Race para algum amigo ou familiar? Com certeza. Gente, vem todo mundo para BH Race, é tudo de bom nesta vida!
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Nome completo: Flávio Bicalho Duarte

Idade: 38

Profissão: Analista de Marketing

Marca de tênis que você usa: Adidas

Marca de relógio que você usa: Garmin

Quantos quilômetros você de treina por semana em média?  25Km

Treinador: Fillipe

Há quanto tempo você treina na BH RACE?  Desde Fevereiro 2015

Além da corrida você pratica outro esporte?  Musculação (mas não gosto, kkkkk)

O que a corrida representa para você: Para mim ela representa uma nova vida, eu nunca me imaginei acordando cedo e sair correndo por ai, hoje não consigo ficar sem a corrida, e aonde vou e vejo uma pessoa correndo eu buzino para dar incentivo.

O que te motiva a treinar: Eu sou muito competitivo, e o que me motiva são os meus desafios pessoais, primeiro foi começar a correr, depois fazer 5k, depois 10k e para este ano, é fazer a volta da Pampulha. Além disso, é muito legal fazer um esporte ao ar livre, ter contato com outras pessoas, ter contato com a natureza e ter a possiblidade de conhecer  ir correr em outros lugares (minha primeira prova fora de BH será em Maio de 2016 no Rio).

Sabemos que você teve (AVC) há algum tempo, como foi o processo de recuperação?  Sim, em Junho de 2014 tive um AVC, fiquei 10 dias internado e tinha uma artéria com 95% de entupimento. O dia que tive alta, o Dr. falou para mim: Se você continuar sedentário vai morrer, atividade física tem que fazer parte da sua vida. Então ao sair do hospital comecei a caminhar diariamente 30 minutos, depois esse tempo foi aumentando, mas a monotonia também. Então comecei a dar uns trotezinhos e fui ficando empolgando. Então quando assustei tinha feito a minha primeira corrida de 5km (tudo bem que fui na Pipoca, kkk) e então resolvi procurar ajuda profissional para fazer a atividade de maneira correta. E desde fevereiro de 2015 estou treinando junto a BH Race.

OBS: Em abril fiz os exames novamente e a artéria que tinha 95% de entupimento, hoje só tem 30%. Saí do grupo de risco.

Quais são as corridas que você sonha fazer?  Como sou iniciante, minhas provas ainda são para iniciantes: Pampulha, Meia do Rio, São Silvestre.

Tem vontade de correr fora do Brasil? Sim, um dia vou fazer.

Cita os principais hábitos antes e depois de começar a correr: Antes de correr: beber, ver TV e dormir. Depois de começar a correr: mudei a alimentação, acordo mais disposto e adoro os desafios dos treinos que me são passados.

Você recomendaria a BH Race para algum amigo ou familiar? Sim, já indiquei minha esposa e um tio, que já se matricularam.