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Posts com Tag ‘corrida na esteira’

 

Correr é realmente muito bom!

Já escutei inúmeras vezes atletas se declarando completamente viciados por esse esporte.

Sem dúvida é um vício! Não só pelos hormônios prazerosos que são liberados durante a atividade física, mas também pelos incontáveis benefícios físicos e psicológicos promovidos pelo treinamento regular.

Porém, mesmo com todos esses elogios, é muito comum vivenciarmos períodos de “crise” onde não temos mais vontade de treinar e somos muitas vezes vencidos pela tão temida preguiça.

Não se assuste, isso é absolutamente comum! Costumo dizer que existem apenas dois tipos de corredor: os que já tiveram crise e os que ainda irão ter.

Pensando em auxiliá-los nesses momentos difíceis, abaixo listei os principais motivos que desmotivam os treinos e o que deve ser feito para sairmos ilesos.

Meta alcançada - O atleta treinou seis meses para correr uma maratona, após percorrer os tão desejados 42 km de forma brilhante ele não encontra mais motivo para dar continuidade em seus treinos e assim vai se afastando das ruas.

Como superar: Estabeleça logo outra meta completamente diferente da anterior, e respeitando o período natural do descanso dos 42 km já direcione toda sua dedicação e disciplina para o novo objetivo.

Lesão – Por uma questão de postura, excesso de volume, aumento da intensidade ou padrão inadequado do movimento ao correr, é muito comum encontramos corredores extremamente bem condicionados que se lesionam. Uma vez curada a lesão o atleta se sente sem condicionamento físico e sem motivação para recuperar a velha forma física.

Como superar: Durante o período de tratamento mentalize seu retorno e prepara-se para se sentir descondicionado, é inevitável voltar “enferrujado”. Mas lembre-se que existe algo chamado lastro fisiológico que garante uma recuperação acelerada do seu condicionamento físico.

Períodos conturbados na vida pessoal – Seja por ter tomado um “pé na bunda”, falta de dinheiro, construção da casa nova, mudança de emprego.Enfim, qualquer motivo que nos tire da rotina que estávamos acostumados e cria obstáculos que dificultam o treinamento.

Como superar – Antes de tudo é importante dizer que se trata de períodos, ou seja, em algum momento essa alteração na rotina terá um fim ou uma adequação equilibrada.  Mantenha a calma e faça o melhor que puder! Durante esse tempo não se cobre qualquer tipo de desempenho mas apenas a manutenção do condicionamento físico.

Independente do motivo da crise, o maior segredo é fazer com que a corrida esteja no grupo das atividades rotineiras da sua vida, como: escovar dentes, comer e tomar banho. Assim nada será mais forte do que seu hábito de correr!

Forte abraço e até semana que vem!

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Final de ano chegando e como já era de se esperar em Belo Horizonte, chuva quase todos os dias! Resultado disso:  muitos atletas deixam de treinar e perdem o condicionamento adquirido em meses de treinamento! Diante de tal problema, tenho duas alternativas a oferecer: Uma é ir ao treino de apoio mesmo com chuva (haverá sempre um treinador da BH RACE esperando por você), levar sua toalha, outra camisa, fazer seu treino e ir correndo para casa tomar um belo banho quente. Perfeito!

Outra opção, e tema da minha dica de hoje, é o uso da esteira para treinar. Sei que muitos corredores torcem o nariz para essa alternativa, mas a esteira tem algumas vantagens em relação ao treino na rua. Confira:

- Controle total da maioria da variáveis de treinamento como velocidade, distância, tempo, inclinação e gasto calórico;
- Menor impacto nas articulações em comparação com o concreto ou o asfalto;
- Maior controle da temperatura do ambiente;
- Facilidade de hidratação, uma vez que você pode colocar garrafinhas de água em suportes na esteira;
- Velocidade mecânica ritmada, que proporciona equilíbrio e percepção de intensidade ao atleta;
- Praticidade e economia de tempo quando já se freqüenta uma academia ou possui esteira em casa.

Existem também algumas desvantagens que considero significativas e que devem ser levadas em conta. Na esteira, a fase de  “apoio” (onde o atleta toca o solo e o empurra para trás) é realizada em parte pelo equipamento, reduzindo o esforço para o corredor. Algo que pode minimizar essa diferença é colocar inclinação na esteira, o que simularia uma corrida na subida e aproximaria o atleta da sensação de correr na rua ao forçar o trabalho de mais grupos musculares.

Independente dos pontos positivos e negativos citados, como treinador devo deixar claro que prefiro que meus atletas treinem na rua, pois trata-se da modalidade em seu formato próprio – o que chamamos de especificidade do treinamento. Se você quer se tornar bom jogador de vôlei de praia, não adianta você treinar sempre na quadra, não é verdade!?

Mas nada impede de duas vezes por semana, (inclusive recomendo) o atleta fazer treino de rodagem na esteira para poupar o joelho do impacto ou um treino ritmado para fechar o volume da semana. O treino em esteira prioriza a qualidade e é sempre bem-vindo para qualquer corredor.

Hoje, várias academias oferecem pacotes baratos para uso exclusivo de esteiras, portanto tirem o preconceito da cabeça e façam uma experiência.

O que não se pode é deixar de treinar!

Forte abraço!

 Iuri

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